segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Enquanto meus braços não são capazes de te alcançar, contento-me com a  certeza de que estamos sob o mesmo céu, e com a chance de estares  olhando para a mesma estrela que eu. Porque nós dois somos um e nada  mais vai ser tão especial quanto nós e as nossas decisões. Sinto sua  falta, cinco minutos é pouco pra mim, me devolve a minha eternidade. Vou  fingir que estou beijando, os lábios que sinto saudade, e esperar que  meus sonhos se tornem realidade.

As garotas aprendem muito enquanto crescem. Se um cara esmurra você ele gosta de você. Nunca tente cortar sua própria franja. E um dia vai conhecer um homem maravilhoso e ter o seu próprio final feliz. Todos os filmes que vemos e histórias que ouvimos nos implora para nós esperarmos por ele. A virada no terceiro ato, a declaração de amor, a exceção, a regra. Mais às vezes estamos tão concentradas em achar o nosso final feliz que não aprendemos à ler os sinais. Como distinguir entre os que nos querem e os que não nos querem. Distinguir entre os que vão ficar e os que vão partir. E talvez esse final não inclua uma cara maravilhoso. Talvez dependa de você. Talvez esteja por sua conta, juntando os pedaços e recomeçando. Se libertando pra achar alguma coisa melhor no futuro. Talvez o final feliz seja só seguir em frente. Ou talvez o final seja este, saber que apesar das ligações não retornadas e todas a mágoas, apesar de todos erros e sinais mal interpretados, apesar de toda dor e constrangimento, você nunca, nunca perdeu a esperança.
                                    
             
                                                                                                                  

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